Como visão estratégica ampliou em 2021 para FIDC e em 2024 para Securitizadora, ampliando e se adaptando a melhor realidade do mercado.[/vc_column_text]
A prática do factoring, ou fomento mercantil, remonta ao século XVI, com agentes ingleses operando nos EUA. Na Europa, a modalidade ganhou força a partir dos anos 1960. No Brasil, as primeiras empresas de factoring surgiram em 1982 e foram regulamentadas pelo Banco Central em 1988.
O que é factoring hoje?
Atualmente, o factoring consiste na compra de recebíveis (como cheques e duplicatas) de empresas, oferecendo liquidez imediata. Além disso, as empresas de factoring atuam como consultoras financeiras e prestam diversos serviços, auxiliando na gestão do fluxo de caixa e na otimização das operações. Essa atividade é fundamental para o fomento à produção e à prestação de serviços, especialmente para pequenas e médias empresas.
Um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), diferente da factoring que so tem recurso de seus sócios, pode captar recursos de diversos investidores para aplicá-lo em direitos creditórios, como duplicatas, notas promissórias e outros títulos de dívida.
Os FIDCs desempenham um papel importante no mercado de crédito, proporcionando liquidez para as empresas e retornos para os investidores. A combinação entre a antecipação de recebíveis e os FIDCs é uma solução eficiente para empresas que precisam de capital de giro e para investidores que buscam diversificar seus investimentos e obter rendimentos atrativos.
Uma securitizadora é uma empresa especializada em transformar direitos creditórios (como duplicatas, notas promissórias, etc.) em ativos financeiros negociáveis. Em termos simples, ela compra esses créditos das empresas e os transforma em títulos que podem ser vendidos no mercado financeiro.
As securitizadoras ,também como o FIDC, reúne recurso de terceiro para fomentar o mercado através da debentures